O transporte público sempre foi alvo de muitas
reclamações. Sendo sempre as mesmas queixas que se se referem ao fato dos
veículos estarem sempre lotados, às condições ruins dos carros e à baixa
qualidade dos serviços prestados. Fatores como esses causam a insatisfação dos
usuários.
Em Salvador essa situação não
diferente, toda a população soteropolitana enfrenta no seu dia a dia os
problemas citados acima. Uma dos fatores que mais deixa o cidadão baiano
insatisfeito é valor da tarifa que custa R$ 2,80; sendo um preço alto comparado
ao serviço que se é prestado.
A questão da
segurança é outro fator que preocupa quem necessita usar o transporte público.
O número de assaltos e de outras formas de violência provocam medo e um clima
de tensão permanente no cotidiano das pessoas. De acordo o jornal IBahia a estudante de medicina,
Karen Seifarth, 25 anos, o problema do transporte coletivo em Salvador começa
desde o ponto de ônibus: "Eles são inseguros. Tenho medo de ser abordada
ou assediada. Em alguns casos, é preciso andar muito para chegar até lá, porque
não há capilaridade das vias na cidade não é boa. Depois os ônibus demoram
muito para chegar e normalmente são cheios e sujos". Karen, que já foi
assaltada dentro do ônibus, necessita do transporte para chegar diariamente à
faculdade e as demais atividades: "Para mim, que sempre ando com livros, é
um transtorno. Se está chovendo, por exemplo, os pontos da cidade não oferecem
nenhuma proteção eficiente. No caso de nós mulher ainda tem que nos preocupar
com a roupa para entrar no ônibus. E mesmo estando normais eles se aproveitam
do aperto e dos balanços. É um horror", desabafa.
Como podemos
ver no comentário a insatisfação é unanime todas as pessoas são afetadas por
essa situação, sendo esta uma questão difícil de ser resolvida, pois a
população necessita utilizar este serviço no seu dia-a-dia. E pelo que podemos
perceber, o transporte público não é uma preocupação do governo e assim quem
sofre as consequências é a população, visto que muitos não possuem carro
particular e não tem outras alternativas para se locomover na cidade. Além da
violência, a falta de horário dos ônibus e o número reduzido de linhas causam
um transtorno na vida dos soteropolitanos. Por conta disso, muitos se atrasam
para os seus compromissos, fazendo com que sua rotina seja difícil de ser
cumprida sem atrasos.
Referência Bibliográfica: Jornal iBahia

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