quinta-feira, 24 de abril de 2014

Desrespeito entre os motoristas no transporte público

O transporte público da cidade do Salvador é realmente um poço de problemas, certamente que, a falta de educação é o principal fator para isto. No dia a dia, cidadãos soteropolitanos utilizam, em sua maioria, o ônibus como meio de transporte. Sabe-se que não é um transporte confortável e muito menos agradável.

Entre muitos problemas, existe a relação de desrespeito entre os motoristas. Muitas vezes o motorista de ônibus, por está dirigindo um veiculo obviamente maior que um carro comum, acaba querendo tirar vantagem nisso. Como por exemplo: impedindo a ultrapassagem de um carro com velocidade maior ou parando em lugares que não seja o ponto de ônibus, e assim acabam atrasando o andamento do trânsito, causando stress aos passageiros e aos motoristas do próprio e de outros veículos que trafegam naquele local, entre outras coisas.



Outro grande problema  nesta relação, é a falta de sinalização. Alguns motoristas agem como se não se importassem com os outros veículos, e devido a isso acaba causando diversos acidentes, acidentes pelos quais poderiam ser evitados, pois não é algo que seja difícil de ser feito.

Para que ocorram melhorias, é necessário que haja respeito entre os motoristas. A educação no trânsito começa pelo respeito. Prudência, calma e atenção, são umas das principais características. Se cada um fizer a sua parte, é possível garantir que a situação seria cada vez melhor.

Situação do transporte público





O transporte público sempre foi alvo de muitas reclamações. Sendo sempre as mesmas queixas que se se referem ao fato dos veículos estarem sempre lotados, às condições ruins dos carros e à baixa qualidade dos serviços prestados. Fatores como esses causam a insatisfação dos usuários.

Em Salvador essa situação não diferente, toda a população soteropolitana enfrenta no seu dia a dia os problemas citados acima. Uma dos fatores que mais deixa o cidadão baiano insatisfeito é valor da tarifa que custa R$ 2,80; sendo um preço alto comparado ao serviço que se é prestado.

A questão da segurança é outro fator que preocupa quem necessita usar o transporte público. O número de assaltos e de outras formas de violência provocam medo e um clima de tensão permanente no cotidiano das pessoas. De acordo o jornal IBahia a estudante de medicina, Karen Seifarth, 25 anos, o problema do transporte coletivo em Salvador começa desde o ponto de ônibus: "Eles são inseguros. Tenho medo de ser abordada ou assediada. Em alguns casos, é preciso andar muito para chegar até lá, porque não há capilaridade das vias na cidade não é boa. Depois os ônibus demoram muito para chegar e normalmente são cheios e sujos". Karen, que já foi assaltada dentro do ônibus, necessita do transporte para chegar diariamente à faculdade e as demais atividades: "Para mim, que sempre ando com livros, é um transtorno. Se está chovendo, por exemplo, os pontos da cidade não oferecem nenhuma proteção eficiente. No caso de nós mulher ainda tem que nos preocupar com a roupa para entrar no ônibus. E mesmo estando normais eles se aproveitam do aperto e dos balanços. É um horror", desabafa.

Como podemos ver no comentário a insatisfação é unanime todas as pessoas são afetadas por essa situação, sendo esta uma questão difícil de ser resolvida, pois a população necessita utilizar este serviço no seu dia-a-dia. E pelo que podemos perceber, o transporte público não é uma preocupação do governo e assim quem sofre as consequências é a população, visto que muitos não possuem carro particular e não tem outras alternativas para se locomover na cidade. Além da violência, a falta de horário dos ônibus e o número reduzido de linhas causam um transtorno na vida dos soteropolitanos. Por conta disso, muitos se atrasam para os seus compromissos, fazendo com que sua rotina seja difícil de ser cumprida sem atrasos.

Referência Bibliográfica: Jornal iBahia 

terça-feira, 15 de abril de 2014

                            A falta de educação básica com crise na educação no trânsito



A falta de educação no trânsito não é novidade para ninguém. A sociedade brasileira tem isso hoje como um dos grandes problemas que afeta toda a população, das mais diversas classes sociais. Por conta dessa falta de cuidado para com o outro, sérios problemas vem surgindo, fazendo com que o número de acidentes - inclusive mortes e assassinatos - tenham um aumento significativo nas estatísticas do país.

São diversos os fatores que influenciam essas consequências desastrosas, que fazem com que o trânsito se torne cada dia mais desastroso e perigoso, mas a pergunta fica no ar: qual o grande problema que influência para essa falta de educação no trânsito? Muitos devem se contentar com a resposta da falta de tempo, dos engarrafamentos, rotinas extremamente estressantes, etc; mas poucos levam em consideração que a educação básica possui muita influência em absolutamente tudo que nos tornamos na vida, inclusive a forma com que nos portamos no trânsito. Não apenas como motoristas, mas em um todo, incluindo pedestre, passageiros de conduções públicas e ciclistas.

Essa falta de ensino básico nas escolas e em muitos casos, a própria educação doméstica faz com que diversos problemas sejam criados. Não que todo esse caos que existe no trânsito seja por conta disso, mas, esse se torna um fato agravante. Quando as crianças não possuem a orientação dos pais, o simples fato de ser educado para com o outro, com um simples "bom dia", "por favor", "obrigado", resumindo, palavras de gentileza, ou então quando estes possuem pais extremamente agressivos, isso tudo acaba refletindo no individuo adulto que este irá se tornar. A própria falta de educação nas escolas, de conscientização a respeito do trânsito e de como se portar com os outros, tornando-se menos egoísta e mais coletivo, faria com que esse problema estivesse mais controlado.

Não é que a falta de educação básica seja o problema central do trânsito, mas é um fator de extrema importância e de reflexo nos problemas que existem e que poderiam ser evitados, apenas com um simples cuidado na criação e de convivência. É necessária uma reflexão sobre como se vive hoje em dia e como isso influencia na vida do outro, que esse "selfie" existente atualmente dê espaço para um coletivo em busca de uma sociedade menos violenta e mais harmônica.